Segunda-feira, Abril 25, 2011
A última mensagem
Quinta-feira, Abril 14, 2011
Corrigir a História
Eis o que diz a História:
Equipa Sénior Feminina
1986/87 - 1ª. participação nas Competições Nacionais (II Divisão)
1987/88 - Campeão Nacional da II Divisão / Subida à I Divisão
1989/90 - 1ª. participação nas Competições Europeias
1995/96 - Vencedor da Taça de Portugal; Vencedor da Supertaça
1996/97 - Campeão Nacional da I Divisão; Vencedor da Taça Federação; Vencedor da Supertaça
1998/99 - Vencedor da I Liga Feminina; Vencedor da Taça de Portugal
1999/00 - Vencedor da Taça de Portugal; Vencedor da Supertaça (98/99)
2000/01 - Vencedor da III Liga Feminina
2002/03 - Vencedor da V Liga Feminina
2003/04 - Vencedor da Supertaça (02/03)
2004/05 - Vencedor da VII Liga Feminina
2005/06 - Vencedor da VIII Liga Feminina; Vencedor da Taça de Portugal
2006/07 - Vencedor da Supertaça (06/07); Vencedor da Taça de Portugal
2007/08 - Vencedor da Supertaça (07/08); Vencedor da I Taça da Liga (Taça Vítor Hugo)
2008/09 - Vencedor da II Taça da Liga (Taça Vítor Hugo)
2009/10 - Vencedor da I Taça Federação - Liga Feminina
A História diz-nos que estamos há 5 temporadas sem vencer a Liga e que na última vez que marcámos presença na final perdemos. Aconteceu em 2006/2007, frente ao ESSA, equipa que terminou a Fase Regular da competição no primeiro lugar. Nesse ano fizemos o mais difícil: vencemos o primeiro jogo fora, virando o "factor casa" a nosso favor. Depois falhámos e saímos derrotados do 2º e 3º jogos, o último deles em casa. No 4º jogo evitámos o mal maior e forçámos a negra, que viríamos a perder.
Se dúvidas existem sobre a vantagem real/prática do "factor casa", a História trata de dissipá-las: desde - pelo menos - 2003/2004, tornou-se campeã a equipa que venceu a Fase Regular da Liga Feminina e que, por esse motivo, beneficiou do "factor casa" na final.
Da História da equipa à qual pertenci, partilho a história: numa meia-final disseram-nos que estavam "enganados" todos quantos julgavam que a Taça Nacional eram dois jogos, disputados em dias consecutivos. Para nós era ali, era "agora ou nunca", era aquela meia-final. No ano anterior tinha terminado exactamente ali - a História tinha-nos ensinado o caminho mais difícil.
Resumindo a História e as histórias, fica o essencial: acredito que hoje estão "enganados" todos quantos julgam que a final serão 5 jogos. A final, para já, serão 2: os que se jogam Sábado e Domingo. Esses são, agora sim, os jogos das nossas vidas. Se ganharmos os jogos em casa a que temos direito, 3 se necessário, seremos campeões. Não temos, por isso, outra obrigação que não essa: a de ganharmos em casa, sob a promessa de, mais cedo ou mais tarde, podermos festejar a conquista do campeonato. E isso depende de quem joga, de quem orienta e também de quem apoia, de quem puxa, de quem vibra por fora. Em nossa casa, como deve acontecer sobretudo nos momentos decisivos, mandamos nós. Já o mostrámos no passado e voltar a fazê-lo depende do empenho de todos. No jogo frente ao Algés estivemos lá, é verdade. Muitos. Mas não estivemos todos. Nem com a disposição necessária. Saberão certamente todos, os que estiveram e os que não estiveram, daquilo que vos falo. Quando foi preciso, fizemos a diferença - pois que a façamos novamente. O factor casa, sem aspas, é isso mesmo: é o grito de incentivo, a força que empurra, a energia que se gera. O factor casa sou eu, tu, nós, todos. O factor casa é a Raça Vermelha - no que objectivamente representa, a nossa claque -, são os dirigentes, os pais, os amigos, os sócios, os adeptos e os simpatizantes. O "factor casa" conquista-se (e que difícil foi conquistá-lo), o factor casa cria-se!
A História fez-nos regressar. É tempo de nos fazermos grandes, ambiciosos, determinados, destemidos, corajosos. É tempo de olharmos para a História com a grandeza que nos define. É tempo de olharmos para a História e recordar que está a nosso favor. É tempo de honrar a nossa História, é tempo de voltar a fazer História.
A minha mensagem termina como começa: é tempo de corrigir a História - porque o campeão do basquetebol feminino, por tudo quanto ofereceu à modalidade, pelo passado único que possui, pelo feitos alcançados e pelos títulos conquistados, vive na Madeira. Por tudo isso, esta época é tempo de voltarmos a sê-lo oficialmente, "no papel", para que, de uma vez por todas, se dissipem todas as dúvidas.
Um abraço Amigo,
João Pedro Vieira (o do costume ;-) )
Quinta-feira, Abril 07, 2011
O meu apelo
A explosão de alegria de todo o pavilhão do CAB, logo após o apito final de Armando Ruivo, deve ter sido o melhor prémio para João Pedro Vieira e as suas jogadoras. A equipa feminina do Clube Amigos do Basquete sagrou-se campeã da Liga, num jogo que teve a emoção dos "velhos tempos" e contou com um público que andava "escondido" do basquetebol madeirense. Há muito que o pavilhão da Nazaré não recebia tanta gente e as duas equipas acabaram por corresponder. A vitória da turma da casa seria a recompensa para o apoio. E se ganhar em "ano ímpar" é tradição das "Amigas", sofrer até final também é. E foi isso mesmo que aconteceu ontem. (…)»
O relato que aqui vos deixo, da autoria de um dos irmãos do actual treinador-adjunto da equipa sénior feminina, fala por si. É verdade que voltámos a ser campeões na temporada 2004-2005, coroando uma Fase Regular sem derrotas, e na seguinte também. Contudo, nessas duas conquistas o último jogo disputou-se fora. Também não me esqueci que, entretanto, disputámos uma Supertaça na Madeira, no Caniçal. Não sei se pela distância, se pela altura em que foi disputada, mas a verdade é que não tivemos nesse jogo o entusiasmo que se esperava. Estivemos lá e vencemos - mas Sábado precisamos de mais, de muito mais....
Terça-feira, Março 15, 2011
Veni, vidi, vici!
| (Nesta o João ainda tinha o casaco...) |
Ao Eduardo Raposo, ao Francisco Gomes e mulher, ao Sidónio Fernandes, ao Ricardo Alexandre e mulher, aos pais do Frederico, à Gilda Correia, à Sandra Rebolo e aos elementos da Cruz Vermelha Portuguesa que entre as centenas de adeptos adversários torciam pelos nossos: cumprimos!
p.s.2: Acabo de ler que com este triunfo garantimos presença na Supertaça Compal, competição da qual me tinha esquecido inicialmente e que será disputada em Luanda. Fica a nota: para o ano estaremos, à partida, em condições de marcar presença em todas as competições federativas nacionais pela primeira vez na nossa História - Supertaça, Troféu António Pratas (competição de início de época), Taça Hugo dos Santos (antiga Taça da Liga), Taça de Portugal, Campeonato da LPB e Supertaça Compal. Viva!...
Domingo, Março 13, 2011
CAB a quanto obrigas
Em relação à Taça de Portugal recordo dois momentos marcantes por motivos e sentimentos antagónicos. O primeiro diz respeito ao jogo em que afastámos a então super-potência Ovarense da competição, em casa e após prolongamento, num jogo épico e do qual certamente muitos se recordam, que de resto garantiu a nossa presença na Final a 8. Aconteceu em 2005-2006 e do outro lado estavam alguns daqueles que no ano anterior defenderam as nossas cores, o Ike e o Stephens. O prolongamento desse jogo limitou-se a um "1 contra 1" de cinco minutos entre o nosso Robert e o eterno rival Ben Reed, do qual saiu vencedor o primeiro, para gáudio de todos os presentes no Pavilhão do CAB, que viam assim confirmado o apuramento para a Final a 8, até então igualmente improvável pela época em curso e devido à força do adversário. O outro momento que preservo fresco na memória aconteceu em 2008-2009: o nosso afastamento da Taça. Estávamos a fazer uma época histórica na Fase Regular e eu, cheio de esperança, meti-me num avião para assistir "in loco" à Final a 8 que decorreria no Barreiro. Em Lisboa juntei-me a alguns dos nossos mais fiéis adeptos, como são o caso do Pedro Mendonça e da Luísa Freitas, e partimos para o Barreiro ao final da tarde. Para a história ficou um mini e hilariante acidente de automóvel à entrada da Ponte 25 de Abril, ao qual se seguiu mais tarde outro muito maior e muito mais devastador: o afastamento precoce pelo Vagos, equipa que marcaria presença na final e que a perderia "por uma unha negra".
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| Robert vs. Stephens |
Sábado, Outubro 16, 2010
Carta aberta a todos os Amigos
Domingo, Setembro 26, 2010
Quinta-feira, Setembro 02, 2010
REABERTURA DO PAVILHÃO DO CAB
Sabendo que a ansiedade pela estreia da renovada casa se vai instalando em todos os Amigos do Basquete, o CAB sabe também que no dia da reabertura todos os nossos atletas, treinadores, sócios e simpatizantes vão comparecer no nosso pavilhão para, juntos, por entre umas séries de lançamentos e uns dribles no piso restaurado, matarem-se as saudades do convívio animado, partilharem-se as experiências das férias e avançarmos para uma nova época.
Já a funcionar em pleno encontram-se os Serviços Administrativos, no horário habitual: de segunda a sexta, das 09:00h às 12:30h e das 14:00h às 18:00h.
Quarta-feira, Setembro 01, 2010
COMUNICADO DA DIRECÇÃO
Segunda-feira, Agosto 16, 2010
Raça Vermelha: 2010 - ...
Está de pé o novo projecto da claque!
É possível acompanhar tudo em:
- Blog: http://raca-vermelha.blogspot.com
- Facebook: http://www.facebook.com/pages/Raca-Vermelha/143975345625297
Um abraço Amigo,
João Pedro Vieira
Terça-feira, Julho 27, 2010
Raça Vermelha: 2003 - 2010
| 2004: Segunda faixa da claque, a primeira após a sua «constituição oficial», no Verão do mesmo ano. Em 2003 inicia-se o «movimento de apoio» de forma menos organizada e com meios mais «rudimentares». |
| Presentes desde 2003... |
João Pedro Vieira (o mais novo, claro! Hehehe)
Nota: Todos os factos relatados dizem respeito à equipa sénior masculina.
Sexta-feira, Julho 23, 2010
Domingo, Julho 18, 2010
Misturas...
Para aqueles que se questionaram das razões pelas quais a tomada de posse dos novos Corpos Sociais do CAB não tenha tido, em alguns órgãos da Comunicação Social, o relevo que as imagens abaixo colocadas deixam transparecer, penso que, hoje, encontrei a explicação.
Ao contrário do que acontece no nosso Clube, há jornalistas, mais ou menos credenciados, mais ou menos camuflados – não se expõem – que misturam a política com o desporto.
Esta “descoberta” enche-me de satisfação, pela simples razão de que, em todo o tempo de existência deste Clube, nunca me foram questionadas as minhas opções políticas. Por outro lado, nunca me interessei pelas opções políticas de quem quer que fosse. Isso é motivo mais que suficiente para estar ainda mais consciente de que o CAB é uma grande Família. Numa Família como a nossa, convivem à mesma mesa todos os seus membros, independentemente dos credos de cada qual.
Por vezes a ansiedade de “independência” de uns promove a exclusão de outros e permite que estejam, cada vez mais, “independentemente”…sós. E assim vai aquele planeta…
Sexta-feira, Julho 16, 2010
CAB 2010-2011 - tomada de posse




Sábado, Julho 10, 2010
Segunda-feira, Junho 21, 2010
E vai mais uma...Taça
Nota:
Vitória no Torneio de Abertura, Campeonato da Madeira e Taça Rui Adrião, com um registo de 8 jogos e outras tantas vitórias. Uma boa presença na Fase Intermédia do Campeonato Nacional, tendo registado 2 derrotas nos jogos realizados, mas nunca virando a cara a luta.















